Ortopedia

Hidroterapia

Hidroterapia

A palavra Hidroterapia vem do grego hydro, “água” therapeia, “cura”, ou seja, toda forma de terapia que utiliza água como tratamento, incluindo piscina, banheiras, tanques, ofurôs, etc…

A história da Hidroterapia como uma modalidade terapêutica data de milhares de anos, por volta de 2.400 anos a.C. No ocidente, os romanos utilizavam de maneira abundante a água para fins terapêuticos. Eles dispunham de Balneários ou Thermas onde os banhos eram empregados.

hidroterapia

A Hidroterapia é um recurso fisioterapêutico importante para a reabilitação e/ou prevenção de alterações funcionais. O fisioterapeuta utiliza técnicas específicas associadas aos princípios físicos da água para promover ganhos aos pacientes.

As propriedades físicas e o aquecimento da água desempenham um papel importante na melhoria de sinais e sintomas como:

• Alívio da dor;
• Ganho da amplitude de movimento das articulações;
• Relaxamento e redução da tensão muscular;
• Diminuição do impacto articular;
• Diminuição da compressão nas articulações doloridas;
• Diminuição de espasmos;
• Fortalecimento e alongamento muscular;
• Estimulação da coordenação e equilíbrio;
• Melhora da autoconfiança e autoestima;
• Qualidade do sono;
• Diminuição da ansiedade.

Indicações da Hidroterapia:
Para realização da Hidroterapia não há restrição de idade. O tratamento abrange desde bebês até idosos nas seguintes áreas:

Ortopédia: Cervicalgia, Lombalgia, Lombociatalgia, Osteoartrose (OA), Osteoporose, Hérnia de Disco, Lesões Tendíneas e Ligamentares, Tratamento Pós-cirúrgicos (PO) como Artroplastia de Quadril ou fraturas no geral, Pós-operatório, LER;

Reumatologia: Artrite Reumatóide, Fibromialgia, Dor Miofascial;

Neurologia: Parkinson, Acidente Vascular Cerebral (AVC), Traumatismo Cranioencefálico (TCE), Paralisia Cerebral (PC), Esclerose Múltipla (EM), Lesão Medular (LM), Polineuropatia, Distrofias Musculares;

Respiratória: Asma, Bronquite, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC);

Obstetria: Gestantes

Condicionamento Físico

Contraindicações da Hidroterapia: Estados febris, infecções em geral, dificuldade ou insuficiência respiratória aguda, alterações da pressão arterial não controlada, descompensações cardíacas, feridas abertas ou úlceras e incontinência urinária.

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Quem se cuida não perde o melhor da vida!

Venha nos conhecer! A Hidrofisio está localizada na Rua Assis Figueiredo, n° 319 – centro.
Além da Hidroterapia nós oferecemos os seguintes serviços:
Fisioterapia Convencional, Fisioterapia Domiciliar, RPG, Acupuntura.

Telefones para contato:
3721-2384 / 9 9197-7518 / 9 8831-3772

Epicondilite Lateral e Medial do Cotovelo

Epicondilite Lateral e Medial do Cotovelo

DEFINIÇÃO
Epicondilite lateral ou “cotovelo do tenista” é uma degeneração de alguns dos tendões do punho e antebraço. Pode ocorrer um processo inflamatório associado nos tendões e no osso (Epicôndilo do cotovelo), contudo a origem da lesão provém de uma degeneração tendinosa.

A lesão ocorre na origem dos tendões extensores radiais do antebraço. Inicia-se no tendão Extensor Radial Curto e pode acometer também o tendão extensor radial longo.

A epicondilite lateral é uma causa frequente de dor no cotovelo e afeta de 1 a 3% da população adulta anualmente.

FASES DA EPICONDILITE
– Fase inicial – Inflamação da origem dos tendões extensores
– Fase Intermediária – ocorre degeneração dos tendões com microrupturas
– Fase tardia – Degeneração, frouxidão do tendão e em alguns casos fragmentações da porção óssea lateral do cotovelo (fase crônica).

COMO OCORRE
Frequentemente, a epicondilite é resultado do uso e esforço excessivo do antebraço e músculos do punho. Treino inapropriado, técnica mal executada durante a prática esportiva ou mesmo equipamentos inadequados e esforços excessivos durante o trabalho podem contribuir para essa disfunção. Praticantes de esportes de arremesso (tennis, voleibol, etc), trabalhadores braçais ou que exercem movimentos repetitivos com o punho e antebraço podem desenvolver a Epicondilite lateral. O mecanismo de lesão está associado à sua sobrecarga do cotovelo e do punho.

As atividades laborativas, tais como carpintaria e outras atividades que utilizam a mão com frequência, como digitadores, também estão relacionadas à epicondilite.

SINTOMAS
– Dor na face lateral do cotovelo
– Edema da musculatura lateral do cotovelo
– Fraqueza para preensão e elevação de objetos com o punho e cotovelo.

DIAGNÓSTICO
O diagnóstico é feito, basicamente, observando-se a história do paciente e o exame clínico. A queixa principal é a dor na região do epicôndilo lateral estendendo-se ao dorso do antebraço e a incapacidade para a prática esportiva,
atividades no trabalho e da vida diária.

Os exames de imagem como raio x e ressonância não são fundamentais para o diagnóstico. O exame clínico do paciente é fundamental para o médico fechar o diagnóstico. Nesse, são testados a força de extensão do punho e manobras que provocam dor na origem dos tendões extensores do antebraço.

TRATAMENTO
O tratamento não-cirúrgico é o de escolha e inclui: repouso, fisioterapia, infiltração com cortisona ou plasma rico em plaquetas (PRP) e a utilização de imobilização como tipóia e gesso.

Na primeira fase são usados anti-inflamatórios, técnicas de Fisioterapia e suspensão do esporte ou da atividade causadora da lesão. O repouso do cotovelo é fundamental para que ocorra cicatrização dos tendões extensores.

Técnicas de Fisioterapia como Ultrassom, gelo local e fortalecimento muscular tem se mostrado eficientes.

A infiltração com corticóides pode ser indicada para pacientes que não evoluíram com melhora após a Fisioterapia e medicação oral.

A infiltração deve ser realizada na origem do tendão Extensor Radial Curto. Os resultados são satisfatórios com melhora rápida da dor. Porém, devem ser indicadas no máximo duas infiltrações para cada paciente.

O tratamento cirúrgico é recomendado quando persistem os sintomas, mesmo após várias tentativas de tratamento.

Tanto a técnica cirúrgica aberta quanto a artroscópica com ressecção da área tendinosa degenerada apresenta bons resultados na literatura médica.

EPICONDILITE MEDIAL DO COTOVELO
Também conhecida com “cotovelo do golfista” é uma degeneração tendinosa, semelhante à Epicondilite Lateral que acomete a face interna (medial) do cotovelo. Nessa patologia são afetados a origem dos tendões flexores do antebraço

Comumente afeta os praticantes de natação, golfe e esportes de arremesso. E nos trabalhadores manuais que utilizam em excesso a musculatura flexora do punho de forma contínua e repetitiva.

Ao contrário da Epicondilite lateral, a medial causa dor e inchaço na parte interna do cotovelo. O paciente relata piora da dor ao fletir o punho e ao realizar manobras que tracionem os tendões flexores.

É uma patologia mais rara se comparmos com a Epicondilite lateral e geralmente tem uma tendência maior de se cronificar.

Os princípios de diagnóstico e tratamento seguem a mesma linha da Epicondilite lateral. A indicação de tratamento cirúrgico com ressecção e reinserção dos tendões mediais do cotovelo é feita em último caso. Somente naqueles pacientes que não melhoraram após 6 meses de tratamentos com infiltrações, anti-inflamatórios e Fisioterapia.

Dr. Bruno Groppi
CRM – MG 53037

Dedo em Martelo

Dedo em Martelo

O que é o dedo em martelo?
É uma lesão que ocorre na ponta do dedo, sendo uma lesão pura do tendão extensor ou também uma fratura no dorso da falange distal (ponta do dedo), causada por uma pancada em sua extremidade.

No dedo em martelo, o tendão que retifica a ponta do dedo é lesionado, comprometendo esta habilidade, podendo causar a incapacidade de esticar totalmente o dedo.

Como ocorre?
Normalmente, há um impacto direto contra a ponta do dedo ou um trauma com o dedo dobrado.

Quais os sintomas?
Dor e edema na ponta do dedo. Perda da capacidade de esticar a ponta do dedo, que pode se tornar permanente se for uma lesão antiga ou se não houver interferência de um médico.

Como é diagnosticado?
O médico examinará o dedo e analisará os sintomas. Raios-X podem ser feitos, para constatar se há fratura.
Pode ocorrer a ruptura do aparelho tendinoso extensor do dedo ou o arrancamento de um pedaço de osso pelo tendão que se conecta a ele, na última falange do dedo.

Como é tratado?
O dedo é retificado e colocado em uma tala, por, aproximadamente, 6 semanas, para permitir que o tendão se conecte novamente ao osso. Em caso de um pedaço do osso ter sido arrancado, a imobilização tem o objetivo de permitir que o osso cicatrize.

É importante manter a tala para permitir a cicatrização. O dedo, provavelmente, estará com edema.

Deve-se aplicar compressas de gelo por 20 ou 30 minutos, sendo que a cada 8 minutos de gelo deve-se fazer uma pausa de 3 minutos. Pode ser feita a cada 3 ou 4 horas, por 2 ou 3 dias ou até que a dor desapareça.

Quando deitado, elevar a mão, apoiando-a sobre um travesseiro. Quando sentado, elevar a mão apoiada acima do nível do coração, por exemplo, apoiando-a no braço do sofá.

Algumas vezes, é necessário fazer uma cirurgia para correção do problema, o que é mais comum quando há lesão apenas do tendão, sem fratura, pois a cicatrização é mais difícil.

Após a retirada da tala é comum que os pacientes sejam encaminhados para a fisioterapia.

Quando retornar à atividade ou esporte ?
O objetivo da reabilitação é que o retorno ao esporte ou à atividade aconteça o mais rápido e seguramente possível. Se o retorno for precoce, existe a possibilidade de piora da lesão, que pode levar a um dano permanente.

Como cada indivíduo é diferente do outro, a velocidade de recuperação também é. Por isso, o retorno ao esporte será determinado pela recuperação do dedo, não existindo um protocolo ou um tempo exato para isto acontecer. Geralmente, quanto mais rápido o médico for consultado após a lesão, mais rápida será a recuperação.

É importante usar uma tala no dedo em martelo por, pelo menos, 6 semanas após a lesão. Ao usá-la, como recomendado pelo médico, o retorno às atividades pode ser mais rápido. Não usá-la, pode levar à uma lesão permanente ou a uma deformação do dedo.

Como prevenir o dedo em martelo?
O dedo em martelo é causado por uma forte pancada na sua extremidade, normalmente acidental e imprevisível. Por isso, não existe uma maneira de prevenção.

Dr. André Ribeiro
Diretor responsável técnico
CRM – MG 65841

Conheça a COT:

Conheça a COT:

Tratamento de ortopedia completo, em um só lugar!

O foco da COT é o atendimento diferenciado com base nos estudos mais recentes e modernos da medicina. Além de contar com ortopedistas de formação sólida e especializada, a clínica oferece também o que há de melhor em infraestrutura, humanização e agilidade.

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Atualmente quem sofre algum trauma, fratura, torções, dorecots articulares e outros precisa passar pelo ortopedista. Nem sempre há facilidade no atendimento a curto prazo ou com urgência. A intenção da clínica é facilitar e agilizar esse acesso do paciente a um atendimento direcionado e efetivo. Muitas das medidas a serem tomadas para reparar o trauma poderá ser solucionado ali mesmo, imediatamente. Em uma segunda fase a COT deve implantar novas salas e agregar exames como RAIO-X, trazendo ainda mais facilidade para o paciente.

Atualmente a Clínica de Ortopedia e Traumatologia conta com mais de 200 metros quadrados de área construída e fica localizada de forma estratégica, a menos de 500 metros do Hospital Santa Casa de Misericórdia, no centro de Poços de Caldas. Assim, a localização da COT permite fácil estacionamento em uma área nobre e de pouca movimentação.

Nesta fase inicial a empresa conta com três consultórios, sala de reuniões, secretaria, sala de conforto médico, duas amplas e confortáveis recepções e sala de imobilização com gesso. Além disso, o espaço físico conta com total acessibilidade e projeto para ampliação dos serviços em curto prazo.

“Nossa grande preocupação é com o conforto e a reabilitação do paciente. A idéia é disponibilizar atendimento humanizado e oferecer maior comodidade, proporcionando melhor recuperação, pois todos nós sabemos da importância da agilidade no atendimento e do repouso imediato quando se trata de traumas”, conta o especialista em ortopedia e traumatologia pelo Hospital das Clínicas, Dr. André Araújo Ribeiro.

A Clínica de Ortopedia e Traumatologia vai muito além de conforto e agilidade. A empresa traz para a cidade novas tecnologias e métodos de tratar traumas e patologias que acometem a população. Com uma equipe de cirurgiões especializada, a COT já oferece inúmeras possibilidades cirúrgicas por vídeo, que geram menos impacto ao organismo da pessoa e per-mite reabilitação rápida e menos traumática.

“Hoje nós fazemos em Poços cirurgias que antes só eram possíveis em grandes centros. Podemos realizar cirurgias de mão, ombro e membros superiores por vídeo ou cirurgia endoscópicas. São métodos novos que, no comparativo com a cirurgia aberta, eles são minimamente invasivos, reduzindo o tempo de recuperação em até 50%, diminuindo o tamanho das cicatrizes, além de oferecerem melhor visibilidade ao cirurgião da área a ser recuperada”, explica Dr. Bruno Groppi, Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo.

Outra especialidade que a COT traz para Poços é a Microcirurgia, em que é possível reimplantar membros. Essa possibilidade é rara em cidades de médio porte como Poços de Caldas e mais uma vez a cidade sai na frente. Com a equipe da COT, uma pessoa que perde um dedo, ou vários dedos e até membros maiores como um braço, tem a possibilidade de reimplanta-lo e recuperar todas as suas funcionalidades. Vale lembrar que para que isso aconteça é preciso avaliar o tempo decorrido do trauma e situação que se encontra o membro que foi tirado do corpo. Geralmente os resultados dessas cirurgias são bons e a pessoa não sofre com as limitações de quem perde alguma parte do corpo.

Os Doutores André Araújo Ribeiro e Bruno Groppi trazem para a cidade uma clínica especiali-zada, inaugurando a COT, a Clinica de Ortopedia e Traumatologia Poços de Caldas. A COT visa oferecer para a população diversos serviços no tratamento de ortopedia em um só lugar. Sob o comando de dois ortopedistas de destaque na área, a COT objetiva trazer um atendimento diferenciado e humanizado no segmento da ortopedia.

Dr. André Araújo Ribeiro
CRM – MG 65841

Dr. Bruno Groppi
CRM – MG 53037

Salto Alto e Rasteirinha, os vilões dos pés e dos tornozelos

Salto Alto e Rasteirinha, os vilões dos pés e dos tornozelos
Eles são à base do nosso corpo e sofrem o impacto diário de nossas atividades. Saiba quais os cuidados que você deve ter com os pés e os problemas causados pelo salto alto e pela rasteirinha. Dr. Julio César Falaschi Costa, Diretor da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé, alerta sobre o uso corriqueiro desses calçados.

Tudo que elas querem é beleza, altura e elegância. Desde a antiguidade que as mulheres recorrem ao salto alto para conquistar a aparência desejável. Mas, o uso desses calçados tem feito surgir, cada dia mais, problemas nos pés, nos tornozelos e na coluna vertebral.

“O salto alto modifica a forma de andar da pessoa. Geralmente, as mulheres, para se equilibrarem nesse tipo de calçado, jogam os ombros para trás e inclinam a cabeça para a frente. Essa situação modifica o posicionamento correto da coluna. Com o uso frequente de salto alto, todo esses esforço que o organismo faz para se equilibrar acaba por prejudicar a lombar e trazer deformidades aos pés”, explica Julio César Falaschi Costa, Ortopedista.

“Os pés são compostos de estruturas muito delicadas e complexas. Geralmente mulheres tendem a ter mais complicações adquiridas com o passar dos anos que os homens. Tudo isso se deve ao uso frequente de calçados inadequados, que não permitem o andar correto e o posicionamento da região plantar. Normalmente, os sapatos que as mulheres buscam são pensados na estética e não em conforto. Sapatos de bicos finos e salto alto reduzem a mobilidade dos pés”, afirma o Ortopedista.

Segundo o especialista em pés e tornozelos, o nosso andar é muito similar a um “mata borrão”. A passada deve atender os parâmetros de mobilidade, que ocorre primeiramente, com o choque do calcanhar, aplainamento do pé e desprendimento dos dedos de maneira anatômica. Com o sapato de salto isso não ocorre. “O salto alto, o bico fino e salto agulha, oferecem pouca estabilidade para o retropé, que é a parte de trás do pé, gerando uma sobrecarga do antepé, onde nós encontramos as piores deformidades nos dedos”, esclarece Dr.Julio César Falaschi Costa.

O uso desses calçados causam

– Joanetes ou hallux valgus, que é uma deformidade óssea encontrada no dedão, podendo ser dolorosa. Um desvio lateral do primeiro pododáctilo.
– Neuroma de Morton, que é uma lesão causada entre os nervos dos dedos do pé, causando dor e o deixando mais grosso.
– Deformidade em garra dos dedos menores, o que piora a cada dia o andar da mulher.
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Todas essas características podem surgir de maneira precoce se o uso desses calçados é muito frequente. “Em nosso consultório, nós chegamos a atender adolescentes e adultas jovens, com idade entre 17 e 25 anos, já com esses problemas no antepé, que tiveram que se subter a procedimentos cirúrgicos”, conta o Especialista.

Mas é possível conciliar a utilização desse calçado sem sofrer com os danos. O segredo é reduzir o tempo de uso e alternar os tipos de sapatos no decorrer da semana.

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Segundo o ortopedista, saltos de até 5 cm, oferecem uma determinada segurança. Já, calçados com elevação maior que essa, oferecem mais complicações e aumentam a pressão na planta do pé. Além de escolher sapatos com no máximo 5 cm de salto, é preciso também utilizá-los menos de 21 horas por semana. Os calçados chamados sneakers, embora com salto embutido, entram na categoria de salto, e oferecem os mesmos riscos.

Outro tipo de calçado muito utilizado que prejudica os pés é a rasteirinha. Esse calçado não oferece conforto e não possui nenhum tipo de mecanismo para absorver o impacto da caminhada, sobrecarregando os tornozelos e os joelhos. “Existe uma lei física que diz que toda ação que você faz contra o solo ele responde contra você da mesma maneira. Então se você utiliza esse calçado, seus pés sofrem diretamente esse impacto. Usar rasteirinhas é pior que andar descalço, pois descalço você tem um andar muito mais anatômico que com esse calçado”, alerta Julio Cesar Falaschi.

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MGM Camisetas e Uniformes
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