Obesidade

A importância do suporte Psicológico na Cirurgia Bariátrica

A importância do suporte Psicológico na Cirurgia Bariátrica

Em 35 anos de profissão, quase metade desse tempo foi dedicado também à paciente com indicação á cirurgia Bariátrica. Muitos chegam a meu consultório e trazem consigo uma historia de sucessivos fracassos em tentativas de perder ou manter o peso perdido.

Eles conhecem o poder calórico dos alimentos, sabem quais os fazem engordar, estão a par de medicamentos a base de anfetaminas, simpatias, dietas milagrosas e atividades físicas, mas nenhuma alternativa é mantida e pratica por muito tempo, contribuindo para descrença de chegar ao peso ideal.

As histórias são inúmeras e tangem basicamente sobre a insatisfação com o próprio corpo, levando-os aos prejuízos físicos, sociais e psicológicos.

Prejuízo Físico – doenças consideradas comorbidade, que estão associadas à obesidade.

Prejuízo Social – levam as pessoas a diminuírem sua amplitude de campo e a se esquivarem de lugares e situações constrangedoras, por exemplo:
– temor de não passar na catraca de ônibus
– temor de sentar em cadeiras
– temor de comprar roupas….. e outras tantas.

Prejuízo Psicológico – contribui de maneira significativa para a baixa auto estima:
– descrença de si mesmo
– baixa energia vital – desânimo

Para esses pacientes a cirurgia Bariátrica é vista como a única possibilidade de melhorar a sua qualidade de vida, contudo é preciso compreender que a cirurgia é o inicio de uma trajetória em que o paciente passará por etapas nutricionais e psicológicas.

O acompanhamento é feito por uma equipe multidisciplinar e será de extrema importância durante o processo de emagrecimento.

É preciso que o paciente aprenda a compartimentar os temas da sua vida e a trata-los separadamente da sua relação com a nutrição, que tem como definição restaurar o orgânico. Reescrever e ressignificar esta relação é um dos pontos chaves no processo pós-cirúrgico.

O tratamento psicoterápico inicial tende a se ampliar e aprofundar com o tempo em temas que se referem ás transformações que ocorrem no processo de emagrecimento. Transformações estas que os recolocam na própria vida e os fazem rever posições novas para temas antigos.

Só conseguimos fazer diferente se pensarmos de formas diferentes, portanto reescrever conceitos e valores é fundamental para o êxito desse procedimento cirúrgico.

Regina MarcassaRegina Marcassa
CRP 04 6858
Especialização em psicologia clinica
Membro da associação brasileira de psiquiatria.

 

Rua Maranhão 221 conj.24
Edificio Acrópolis Centro,  Poços de Caldas – MG, 37701-025
Telefone: (35) 3722-3400

Obesidade

Obesidade

A obesidade é o resultado do acumulo excessivo de gordura que supera os padrões físicos e esqueléticos do corpo. A obesidade tem aumentado dramaticamente no Brasil nas últimas décadas. Ela é simultaneamente uma doença e um fator de risco para outras doenças, como a hipertensão, diabetes e o câncer.

De acordo com pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de cirurgias bariátricas aumentou 275% no Brasil, passando de 16 mil, em 2003, para cerca de 60 mil, em 2010.

O peso por si só não é uma boa medida para definir se uma pessoa está acima do peso ou é obesa, e por esse motivo, utiliza-se uma medida que leva em consideração tanto o peso quanto a altura, chamada de Índice de Massa Corporal (IMC).

calculo imc

Piramide tratamento de obesidadeA comunidade médica e o governo recomendam que as escolhas de tratamento da obesidade sejam guiadas pelo IMC de cada pessoa e pela presença de problemas de saúde relacionados à obesidade (comorbidades).

Método mais eficaz no combate à obesidade mórbida, a cirurgia bariátrica pode aumentar o tempo de vida dos pacientes devido ao controle das comorbidades como diabetes, hipertensão e câncer, além da diminuição das complicações cardiovasculares relacionadas ao excesso de peso.

Uma pesquisa publicada na revista médica inglesa The Lancet revelou que estar acima do peso (IMC entre 25kg/m² e 29,9kg/m²) pode reduzir a expectativa de vida em um ano. Nos indivíduos com obesidade moderada (IMC entre 30kg/m² e 34,9kg/m²) o tempo pode ser de três anos e chegar a dez anos nos casos de obesidade severa (IMC entre 35kg/m² e 39,9kg/m²). O levantamento foi realizado por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e revelou também que o risco de morte em homens, antes dos 70 anos, aumentou de 19% em indivíduos com peso normal, para 29,5% nos moderadamente obesos. No sexo feminino a relação de aumento é de 11% para 14,6%. A maioria das pessoas sabe que a obesidade é ruim para sua saúde, mas eles podem não se dar conta da quantidade de problemas que podem estar ligados ao excesso de peso.

Se você é obeso, você tem um risco muito maior de:

• Câncer
• Derrame
• Doenças do coração
• Pressão alta
• Apnéia do sono (distúrbio na respiração durante a noite)
• Colesterol alto
• Doença renal
• Infertilidade
• Artrite
• Diabetes Tipo 2 (incluindo os riscos de dor nos nervos, amputação, cegueira e outros problemas relacionados à diabetes)

A cirurgia bariátrica é um tratamento efetivo para perda de peso, mas você também tem de fazer a sua parte. Entender e adotar um estilo de vida que ajude a manter um peso saudável é vital para o sucesso da cirurgia. Manter o contato com a equipe que o atende é também fundamental.

paulo

Dr. Paulo Sérgio Hansen Martins
CRM-MG 56435
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia
Bariátrica e Metabólica
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Cirurgia do Aparelho Digestório e Bariátrica
Vídeolaparoscopicas

 

 

 

daniel

Dr. Daniel Marcus Gonzaga Quites
CRM-MG 42854
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia
Bariátrica e Metabólica
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Cirurgia do Aparelho Digestório e Bariátrica
Vídeolaparoscopicas

Obesidade e Sobrepeso São Fatores de Risco Para Alguns Tipos de Câncer

Obesidade e Sobrepeso São Fatores de Risco Para Alguns Tipos de Câncer

Estudos apontam, entre outras soluções, a cirurgia bariátrica como opção, tanto no combate à obesidade quanto às doenças associadas como hipertensão, dislipidemia, apneia do sono, problemas ortopédicos severos, diabetes tipo 2 e até mesmo o câncer

A recente divulgação da estimativa de 596.070 mil novos casos de câncer em 2016 feita pelo INCA – Instituto Nacional do Câncer apontou a obesidade como principal fator de risco para alguns deles como mama, próstata, cólon e reto, ovário, esôfago e endométrio. Estudos comprovam essa relação. Um dos mais atuais, publicado na Revista inglesa “The Lancet”, foi realizado no Reino Unido com 5 milhões de pessoas saudáveis avaliadas durante sete anos e mostrou que sobrepeso e obesidade são responsáveis pelo aumento dos riscos de 10 tipos de cânceres entre os 22 mais comuns, devido à relação direta entre a doença e o IMC – Índice de Massa Corporal [peso / (altura x altura)].

Essa relação já é conhecida pelos pesquisadores e diversos estudos apontam, entre outras soluções, a eficácia da cirurgia bariátrica, tanto no combate à obesidade quanto às doenças associadas como hipertensão, dislipidemia, apneia do sono, problemas ortopédicos severos, diabete tipo 2 e até mesmo o câncer.

De acordo com o Dr. Josemberg Campos, Presidente da SBCBM – Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, um dos temas mais estudados atualmente é a diminuição de casos de câncer (cólon, próstata, mama e útero) em pacientes que realizaram cirurgia bariátrica.

Em Poços os médicos Dr. Daniel Quites e Dr. Paulo Hansen vem observando inúmeras melhoras na vida dos pacientes depois realizarem a cirurgia bariátrica. “Além de promover a perda de peso, a cirurgia bariátrica combate as doenças associadas e promove qualidade de vida aos pacientes, também na esfera social e psicológica. As perspectivas são animadoras para reduzir a incidência de uma grave doença que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. Para se ter um exemplo um estudo da Universidade da Califórnia e o Moores Cancer Center revelou que o risco de uma mulher ter câncer de útero diminui de 71% a 81%, com a cirurgia bariátrica”, relatam os cirurgiões de Poços.

FONTE: SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA BARIATRICA E METABÓLICA

paulo

Dr. Paulo Sérgio Hansen Martins
CRM-MG 56435
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia
Bariátrica e Metabólica
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Cirurgia do Aparelho Digestório e Bariátrica
Vídeolaparoscopicas

 

daniel

Dr. Daniel Marcus Gonzaga Quites
CRM-MG 42854
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia
Bariátrica e Metabólica
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Cirurgia do Aparelho Digestório e Bariátrica
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A Obesidade muito além de estética

A Obesidade muito  além de estética

A especialidade médica chamada Endocrinologia é mais popularmente conhecida como aquela que trata de pacientes obesos. Embora esse seja um dos papéis da Endocrinologia, a área faz muito além: é a responsável por tratar do diabetes, doenças da tireoide, osteoporose, colesterol e triglicérides, doenças da hipófise e adrenal, excesso de pelos, distúrbios da menstruação e andropausa. Quem explica um pouco sobre o tema mais conhecido da área, é a especialista em Endocrinologia e Metabologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Dra. Priscilla Moreira Peres Rebello.

Ao falar de obesidade muita gente se lembra da população norte-americana, e isto ainda é uma realidade, já que 34% dos EUA são obesos – sem contar os sobrepesos, que são aqueles que se encontram acima do peso, porém ainda não são classificados como obesos. No entanto, espanta-se ao saber que o Brasil caminha para uma realidade não tão distante da dos EUA, visto que dados da ONU de 2016, revelam que nosso país já conta com 21% de obesos em nossa população. “O que mais nos preocupa com isto, é que a questão estética do excesso de peso fica atrás quando vemos que a mesma traz consequências muito graves à saúde do indivíduo. As doenças mais alarmantes quando se trata de obesidade são as relacionadas ao coração, como hipertensão arterial, o diabetes, problemas ortopédicos e articulares que se agravam ou surgem, entre outros”.

No combate ao excesso de peso o especialista vai auxiliar da seguinte forma: na consulta inicial geralmente é feita uma avaliação do paciente a fim de identificar outras doenças, histórico familiar do paciente, hábitos alimentares, atividade física, medicações em uso e qual a real necessidade do paciente em perder peso. Serão avaliados parâmetros como peso, altura, algumas medidas corpóreas. Ainda será feito exame do paciente como um todo a fim de averiguar se constatam mais alterações clínicas a serem tratadas, além de solicitação de exames laboratoriais conformes as necessidades individuais.

Após análise individualizada de cada paciente, será elaborado um tratamento baseado no perfil dele. Se o paciente não tem uma alimentação adequada, ele não irá fazer uma dieta como muitos esperam, mas sim mudar seus hábitos alimentares, iniciar ou aumentar a prática de atividade física diária, e, se necessário, fazer uso de medicamentos. “Vale lembrar que o tratamento medicamentoso realizado pelo endocrinologista não é como uma ‘receita de bolo’ como muitos imaginam, mas sim individual. Não é porque determinada medicação para perder peso não deu certo para determinada pessoa que não irá dar certo para o paciente e vice-versa”.

Outra questão a ser comentada é que muitos pacientes acima do peso acham que já serão encaminhados para fazer a cirurgia bariátrica assim que procuram o especialista a fim de serem encaminhados para o cirurgião. No entanto, a cirurgia raramente é a primeira opção. Inicialmente tenta-se o tratamento clínico e medicamentoso. Caso não se obtenha sucesso por um determinado período de tempo, pensa-se na proposta cirúrgica. Realmente existem casos extremos que necessitam da cirurgia assim que se procura o médico. Porém ainda é necessária a redução de peso para que a cirurgia seja bem sucedida.

“É muito comum as pessoas na primeira consulta me questionarem quantos quilos devem perder e por quanto tempo serão seus tratamentos. Geralmente respondo que números não são a preocupação para o paciente em si, mas sim para o médico, o importante é seguir as recomendações solicitadas, comparecer as consultas regularmente, tirar suas dúvidas, e lembrar-se de que obesidade é muito mais que uma questão de estética. Obesidade é doença e merece tratamento adequado”.

Concluindo, a questão principal que se deve enfatizar, é que o paciente terá que mudar seu estilo de vida para sempre, seja com ou sem medicação, com ou sem cirurgia, e, o primeiro passo, para que tudo flua, é o paciente desejar isto. A mudança dos hábitos alimentares e a prática de atividades físicas são os pilares de todo o tratamento da obesidade, e, inclusive de sua prevenção, que é melhor que qualquer remédio para toda e qualquer doença.

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Dra.Priscilla M. P. Rebello
. Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Itajuba – FMIt – em 2010.
. Especialista em Clínica Médica pelo Hospital das Clinicas Samuel Libânio, em Pouso Alegre, de 2012 a 2014.
. Especialista em Endocrinologia e Metabologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, de 2014 a 2016.
. Membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia desde 2016

LISTA DE ATIVIDADES (área de atuação):
. Tratamento de diabetes
. Tratamento de obesidade
. Doenças da Tireoide
. Colesterol e Triglicérides
. Osteoporose
. Doenças da Adrenal e Hipófise
. Distúrbios da Menstruação
. Excesso de Pelos
. Andropausa

Dra. Nilza Hideko Irie Arashiro
Diretor responsável técnico
CRM 12340

Adeus Obesidade

Adeus Obesidade

Conheça a cirurgia que tem reduzido os casos de hipertensão, diabetes tipo dois, impotência sexual, emagrecido e recuperado autoestima de centenas de brasileiros. A cirurgia bariátrica por vídeo, chamada de Bypass gástrico, é a evolução da cirurgia aberta e tem obtido resultados excelentes com baixos riscos. Esse avanço da medicina está tirando centenas de brasileiros da lista negra da obesidade, que é uma das principais causadoras de mortes em todo o mundo, além de ser uma das causadoras de outras patologias como diabetes e pressão alta. Segundo o Ministério da Saúde o número de obesos tem aumentado em larga escala. Em 2001, 808 mortes tiveram a doença como uma das causas. Em 2011, último dado disponível, o número passou para 2.390, crescimento de 196%.

Em Poços de Caldas essa nova técnica já está disponível e centenas de pacientes comemoram a recuperação da saúde. O doutor Paulo Sérgio Hansen Martins e o doutor Daniel Marcus Gonzaga Quites, ambos Membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, já realizaram mais de 300 cirurgias bariátricas por vídeo, número que só tende a crescer.
No Sul de Minas os dois médicos são os cirurgiões com maior experiência e número de casos de cirurgia bariátrica videolaparoscopica. “É uma modalidade que permite o mínimo de agressão. Nós fazemos apenas 6 furinhos com menos de um centímetro na barriga do paciente e a recuperação é rápida. Cerca de 15 dias após a intervenção o paciente reestabelece as atividades laborais e o tempo de cirúrgico é de 40 minutos” explica Dr. Paulo Sérgio Hansen Martins.

“É uma técnica que chegou para ficar. Na modalidade aberta era preciso um corte de 12 a 15 centímetros na barriga do paciente, um trauma maior que aumentava o risco de complicações e era preciso mais tempo de internação e a recuperação. Enquanto no procedimento por vídeo em 15 dias o paciente está liberado, na aberta são necessários 60 dias para retornar ao trabalho” compara Daniel Marcus Gonzaga Quites.

“O método utilizado é o cirúrgico, em que são feitas duas intervenções no organismo da pessoa. A primeira mudança é no estômago, reduzindo o tamanho que é o que provoca a sensação de saciedade ao comer pequenas quantidades. Quando é feita essa mudança, o próprio organismo da pessoa libera hormônios que dão essa saciedade. A segunda alteração é no intestino, que reduz a absorção de nutrientes em exagero, muito comum em pacientes obesos. Tanto que é comum eles fazerem o comparativo dizendo que comem o mesmo tanto que outras pessoas, porém engordam mais. Essa técnica permite uma redução de 40% a 45% no peso do paciente”.

“Outros benefícios que a técnica traz, está na possibilidade da pessoa se ver livre da diabetes tipo dois, hipertensão, problemas ortopédicos e muitos outros. Temos relatos de pessoas que após o procedimento apresentaram exames de sangue super equilibrados, dentro do quadro ideal, ficando livre do uso de medicamentos para diabetes e hipertensão. Esses pacientes voltam a fazer atividades físicas, que já não praticavam a anos, começam a namorar. Tudo isso por terem recuperado também a autoestima”.

A intervenção cirúrgica é indicada para pessoas que tem o índice de massa corpórea, IMC, acima de 40 ou para pessoas que tem o IMC acima de 35 com outras doenças associadas, como diabetes, alterações pulmonares, alterações ortopédicas, hipertensão e até impotênciasexual. Ela pode ser feita em pacientes com idade entre 16 e 65 anos, lembrando que menores de idade devem ter autorização de responsável legal.

danielDr. Daniel Marcus Gonzaga Quites
CRM-MG 42854
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia
Bariátrica e Metabólica
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Cirurgia do Aparelho Digestório e Bariátrica
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pauloDr. Paulo Sérgio Hansen Martins
CRM-MG 56435
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Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Cirurgia do Aparelho Digestório e Bariátrica
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