Dr. Paulo Sérgio Hansen Martins

Estudo aponta perda de até 10 anos na expectativa de vida de pessoas obesas

Estudo aponta perda de até 10 anos na expectativa de vida de pessoas obesas

Uma pesquisa publicada na revista médica inglesa The Lancet revelou que estar acima do peso (IMC entre 25kg/m² e 29,9kg/m²) pode reduzir a expectativa de vida em um ano. Nos indivíduos com obesidade moderada (IMC entre 30kg/m² e 34,9kg/m²) o tempo pode ser de três anos e chegar a dez anos nos casos de obesidade severa (IMC entre 35kg/m² e 39,9kg/m²). O levantamento foi realizado por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e revelou também que o risco de morte em homens, antes dos 70 anos, aumentou de 19% em indivíduos com peso normal, para 29,5% nos moderadamente obesos. No sexo feminino a relação de aumento é de 11% para 14,6%.

Utilizando dados de grandes estudos realizados em 32 países, de quatro continentes, entre 1970 e 2015, a pesquisa dividiu amostras de acordo com o IMC (Índice de Massa Corporal) dos pacientes e comparou as causas de óbitos em cada grupo distinto. A principal percepção foi o aumento nos riscos de doenças respiratórias, cânceres, AVC (Acidente Vascular Cerebral) e doença cardíaca coronariana.

Para o Dr. Josemberg Campos, Presidente da SBCBM – Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, estudos como este corroboram para que a cirurgia bariátrica se consolide como o método mais eficaz no combate à obesidade mórbida. “Além da perda de peso a cirurgia possibilita o controle de doenças associadas como diabetes, hipertensão, alguns tipos de cânceres, diminuição das complicações cardiovasculares relacionadas ao peso excessivo, entre tantos outros problemas. O obeso ainda sofre muita discriminação e isso auxilia o paciente a melhorar sua autoestima e consequentemente o convívio social”, diz.

Estudos comprovam eficácia
Uma recente pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa em Saúde Coletiva com pacientes atendidos pelo sistema de saúde Veterans Affairs, em Seattle, nos Estados Unidos revelou que pacientes obesos que se submeteram à cirurgia bariátrica apresentaram uma taxa de sobrevida maior, em longo prazo, quando comparados a pacientes obesos que não realizaram o procedimento. Os operados registraram taxas de mortalidade de 2,4% em um ano, 6,4% em cinco anos e 13,8% em 10 anos, enquanto nos não operados as taxas foram de 1,7%, 10,4% e 23,9%, respectivamente.

Vale ressaltar que a evolução dos materiais e equipamentos utilizados nas cirurgias tornou os procedimentos menos invasivos, mais rápidos, seguros e com tempo menor de recuperação e que os critérios de seleção dos pacientes estabelecidos pela Resolução n° 2.131/15 estão cada vez mais rígidos. “Além dos critérios estabelecidos é fundamental fazer uma análise rigorosa das condições de saúde do paciente, qualificação do cirurgião, estrutura hospitalar, técnica utilizada, além do acompanhamento multidisciplinar”, comenta o presidente.

Cirurgia Bariátrica
A cirurgia bariátrica é indicada quando o médico e o paciente se convencem que as tentativas colocadas em prática para eliminar peso por meio de tratamento clínico, como exercícios físicos, reeducação alimentar e medicamentos, não surtiram o efeito esperado.

De acordo com as orientações da Resolução n° 2.131/15, estabelecidas em reunião conjunta com o Ministério da Saúde e o Conselho Federal de Medicina, a cirurgia é liberada apenas para pacientes com IMC igual ou maior que 40kg/m² e pode ser realizada em casos de IMC entre 35kg/m² e 40kg/m², desde que o paciente tenha comorbidades como, por exemplo, diabetes e hipertensão. O IMC é calculado a partir da divisão do peso pela altura ao quadrado.
Em 2015 foram realizadas no país cerca de 93,5 mil cirurgias bariátricas, número 6,5% maior no comparativo com 2014 quando foram realizados aproximadamente 88 mil procedimentos. Deste total, entre 8% a 10% das cirurgias foram feitas no sistema público de saúde (SUS).

FONTE: SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA BARIATRICA E METABOLICA

paulo

Dr. Paulo Sérgio Hansen Martins
CRM-MG 56435
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia
Bariátrica e Metabólica
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Cirurgia do Aparelho Digestório e Bariátrica
Vídeolaparoscopicas

daniel

Dr. Daniel Marcus Gonzaga Quites
CRM-MG 42854
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia
Bariátrica e Metabólica
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Cirurgia do Aparelho Digestório e Bariátrica
Vídeolaparoscopicas

Obesidade

Obesidade

A obesidade é o resultado do acumulo excessivo de gordura que supera os padrões físicos e esqueléticos do corpo. A obesidade tem aumentado dramaticamente no Brasil nas últimas décadas. Ela é simultaneamente uma doença e um fator de risco para outras doenças, como a hipertensão, diabetes e o câncer.

De acordo com pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de cirurgias bariátricas aumentou 275% no Brasil, passando de 16 mil, em 2003, para cerca de 60 mil, em 2010.

O peso por si só não é uma boa medida para definir se uma pessoa está acima do peso ou é obesa, e por esse motivo, utiliza-se uma medida que leva em consideração tanto o peso quanto a altura, chamada de Índice de Massa Corporal (IMC).

calculo imc

Piramide tratamento de obesidadeA comunidade médica e o governo recomendam que as escolhas de tratamento da obesidade sejam guiadas pelo IMC de cada pessoa e pela presença de problemas de saúde relacionados à obesidade (comorbidades).

Método mais eficaz no combate à obesidade mórbida, a cirurgia bariátrica pode aumentar o tempo de vida dos pacientes devido ao controle das comorbidades como diabetes, hipertensão e câncer, além da diminuição das complicações cardiovasculares relacionadas ao excesso de peso.

Uma pesquisa publicada na revista médica inglesa The Lancet revelou que estar acima do peso (IMC entre 25kg/m² e 29,9kg/m²) pode reduzir a expectativa de vida em um ano. Nos indivíduos com obesidade moderada (IMC entre 30kg/m² e 34,9kg/m²) o tempo pode ser de três anos e chegar a dez anos nos casos de obesidade severa (IMC entre 35kg/m² e 39,9kg/m²). O levantamento foi realizado por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e revelou também que o risco de morte em homens, antes dos 70 anos, aumentou de 19% em indivíduos com peso normal, para 29,5% nos moderadamente obesos. No sexo feminino a relação de aumento é de 11% para 14,6%. A maioria das pessoas sabe que a obesidade é ruim para sua saúde, mas eles podem não se dar conta da quantidade de problemas que podem estar ligados ao excesso de peso.

Se você é obeso, você tem um risco muito maior de:

• Câncer
• Derrame
• Doenças do coração
• Pressão alta
• Apnéia do sono (distúrbio na respiração durante a noite)
• Colesterol alto
• Doença renal
• Infertilidade
• Artrite
• Diabetes Tipo 2 (incluindo os riscos de dor nos nervos, amputação, cegueira e outros problemas relacionados à diabetes)

A cirurgia bariátrica é um tratamento efetivo para perda de peso, mas você também tem de fazer a sua parte. Entender e adotar um estilo de vida que ajude a manter um peso saudável é vital para o sucesso da cirurgia. Manter o contato com a equipe que o atende é também fundamental.

paulo

Dr. Paulo Sérgio Hansen Martins
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Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia
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Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
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daniel

Dr. Daniel Marcus Gonzaga Quites
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Obesidade e Sobrepeso São Fatores de Risco Para Alguns Tipos de Câncer

Obesidade e Sobrepeso São Fatores de Risco Para Alguns Tipos de Câncer

Estudos apontam, entre outras soluções, a cirurgia bariátrica como opção, tanto no combate à obesidade quanto às doenças associadas como hipertensão, dislipidemia, apneia do sono, problemas ortopédicos severos, diabetes tipo 2 e até mesmo o câncer

A recente divulgação da estimativa de 596.070 mil novos casos de câncer em 2016 feita pelo INCA – Instituto Nacional do Câncer apontou a obesidade como principal fator de risco para alguns deles como mama, próstata, cólon e reto, ovário, esôfago e endométrio. Estudos comprovam essa relação. Um dos mais atuais, publicado na Revista inglesa “The Lancet”, foi realizado no Reino Unido com 5 milhões de pessoas saudáveis avaliadas durante sete anos e mostrou que sobrepeso e obesidade são responsáveis pelo aumento dos riscos de 10 tipos de cânceres entre os 22 mais comuns, devido à relação direta entre a doença e o IMC – Índice de Massa Corporal [peso / (altura x altura)].

Essa relação já é conhecida pelos pesquisadores e diversos estudos apontam, entre outras soluções, a eficácia da cirurgia bariátrica, tanto no combate à obesidade quanto às doenças associadas como hipertensão, dislipidemia, apneia do sono, problemas ortopédicos severos, diabete tipo 2 e até mesmo o câncer.

De acordo com o Dr. Josemberg Campos, Presidente da SBCBM – Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, um dos temas mais estudados atualmente é a diminuição de casos de câncer (cólon, próstata, mama e útero) em pacientes que realizaram cirurgia bariátrica.

Em Poços os médicos Dr. Daniel Quites e Dr. Paulo Hansen vem observando inúmeras melhoras na vida dos pacientes depois realizarem a cirurgia bariátrica. “Além de promover a perda de peso, a cirurgia bariátrica combate as doenças associadas e promove qualidade de vida aos pacientes, também na esfera social e psicológica. As perspectivas são animadoras para reduzir a incidência de uma grave doença que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. Para se ter um exemplo um estudo da Universidade da Califórnia e o Moores Cancer Center revelou que o risco de uma mulher ter câncer de útero diminui de 71% a 81%, com a cirurgia bariátrica”, relatam os cirurgiões de Poços.

FONTE: SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA BARIATRICA E METABÓLICA

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Adeus Obesidade

Adeus Obesidade

Conheça a cirurgia que tem reduzido os casos de hipertensão, diabetes tipo dois, impotência sexual, emagrecido e recuperado autoestima de centenas de brasileiros. A cirurgia bariátrica por vídeo, chamada de Bypass gástrico, é a evolução da cirurgia aberta e tem obtido resultados excelentes com baixos riscos. Esse avanço da medicina está tirando centenas de brasileiros da lista negra da obesidade, que é uma das principais causadoras de mortes em todo o mundo, além de ser uma das causadoras de outras patologias como diabetes e pressão alta. Segundo o Ministério da Saúde o número de obesos tem aumentado em larga escala. Em 2001, 808 mortes tiveram a doença como uma das causas. Em 2011, último dado disponível, o número passou para 2.390, crescimento de 196%.

Em Poços de Caldas essa nova técnica já está disponível e centenas de pacientes comemoram a recuperação da saúde. O doutor Paulo Sérgio Hansen Martins e o doutor Daniel Marcus Gonzaga Quites, ambos Membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, já realizaram mais de 300 cirurgias bariátricas por vídeo, número que só tende a crescer.
No Sul de Minas os dois médicos são os cirurgiões com maior experiência e número de casos de cirurgia bariátrica videolaparoscopica. “É uma modalidade que permite o mínimo de agressão. Nós fazemos apenas 6 furinhos com menos de um centímetro na barriga do paciente e a recuperação é rápida. Cerca de 15 dias após a intervenção o paciente reestabelece as atividades laborais e o tempo de cirúrgico é de 40 minutos” explica Dr. Paulo Sérgio Hansen Martins.

“É uma técnica que chegou para ficar. Na modalidade aberta era preciso um corte de 12 a 15 centímetros na barriga do paciente, um trauma maior que aumentava o risco de complicações e era preciso mais tempo de internação e a recuperação. Enquanto no procedimento por vídeo em 15 dias o paciente está liberado, na aberta são necessários 60 dias para retornar ao trabalho” compara Daniel Marcus Gonzaga Quites.

“O método utilizado é o cirúrgico, em que são feitas duas intervenções no organismo da pessoa. A primeira mudança é no estômago, reduzindo o tamanho que é o que provoca a sensação de saciedade ao comer pequenas quantidades. Quando é feita essa mudança, o próprio organismo da pessoa libera hormônios que dão essa saciedade. A segunda alteração é no intestino, que reduz a absorção de nutrientes em exagero, muito comum em pacientes obesos. Tanto que é comum eles fazerem o comparativo dizendo que comem o mesmo tanto que outras pessoas, porém engordam mais. Essa técnica permite uma redução de 40% a 45% no peso do paciente”.

“Outros benefícios que a técnica traz, está na possibilidade da pessoa se ver livre da diabetes tipo dois, hipertensão, problemas ortopédicos e muitos outros. Temos relatos de pessoas que após o procedimento apresentaram exames de sangue super equilibrados, dentro do quadro ideal, ficando livre do uso de medicamentos para diabetes e hipertensão. Esses pacientes voltam a fazer atividades físicas, que já não praticavam a anos, começam a namorar. Tudo isso por terem recuperado também a autoestima”.

A intervenção cirúrgica é indicada para pessoas que tem o índice de massa corpórea, IMC, acima de 40 ou para pessoas que tem o IMC acima de 35 com outras doenças associadas, como diabetes, alterações pulmonares, alterações ortopédicas, hipertensão e até impotênciasexual. Ela pode ser feita em pacientes com idade entre 16 e 65 anos, lembrando que menores de idade devem ter autorização de responsável legal.

danielDr. Daniel Marcus Gonzaga Quites
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Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia
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