Dr. Carlos Aterje

Olhos vermelhos principais causas e tratamentos

Olhos vermelhos principais causas e tratamentos

Olhos vermelhos ocorre quando há uma hiperemia, uma vermelhidão no “branco do olho”, como é conhecido popularmente. Existem muitas causas que geram esse tipo de irritação. Sendo assim, o médico oftalmologista, Dr. Carlos Aterje, listou as principais delas.

Segundo o especialista, a causa mais comum que gera essa vermelhidão é a conjuntivite alérgica. Geralmente, quem sofre desse mal tende a coçar os olhos, deixando-os ainda mais vermelhos. “Esse hábito de coçar, além de piora o quadro de vermelhidão, pode provocar inúmeros outros danos para a visão da pessoa como; o surgimento de tersol, entortar a córnea, provocar ceratocone em quem tem tendência, (quem já tem pode ter o quadro da doença agravado), pálpebras inchadas e inúmeras outras feridas de córnea. Por isso é importante ressaltar que nunca devemos coçar os olhos. Nesses casos é preciso uma consulta com o oftalmologista, que irá indicar colírios a base de corticoide e antialérgicos para uso em quadros crônicos de irritação” explica Dr. Carlos Aterje.

Quem tem conjuntivite alérgica tem o que costuma-se chamar de atopia, que são pessoas que possuem tendências a ter rinite, bronquite, dermatite e conjuntivite. É um problema hereditário e não é transmissível. Outra doença que provoca o olho vermelho é a conjuntivite bacteriana ou viral. “Essa doença é altamente contagiosa e provoca uma vontade intensa de coçar os olhos, os deixando inchados, com secreções e vermelhos. A maior causa dessa conjuntivite é justamente o habito de levar as mãos aos olhos, provocando contágio dessa bactéria. Ela deixa os olhos vermelhos e o tratamento é feito com colírios antibióticos, anti-inflamatórios e corticoide” explica.

Pessoas que tem a pele muito oleosa também tem tendência a sofrer de olhos vermelhos. “Nesses casos há uma predisposição característica da pessoa e ela vai sofrer com isso a vida toda. Isso porque, é a própria oleosidade da pele que entra no olho e desencadeia essa irritação. É um problema simples de se resolver, basta criar o hábito de lavar o rosto duas ou três vezes ao dia e o uso de colírio lubrificante”.

O olho vermelho também pode surgir quando há um problema mais sério, como o glaucoma agudo. É uma doença grave que deve ser acompanhada de perto, causando uma vermelhidão intensa. O tratamento nesses casos é com colírio para baixar a pressão do olho e com controle diário, até que o procedimento cirúrgico seja indicado. Outro caso, é do

Reumatismo também desencadeia problemas nos olhos, como uveite, que é uma inflamação do olho, sendo uma das principais causas de olho vermelho. Nesses casos, pode não ter o diagnóstico de reumatismo e o primeiro sintoma ser justamente o olho vermelho. A uveite também pode ser desencadeada por toxoplasmose. Em todos os casos é importante consultar um oftalmologista, pois nesse caso é preciso um tratamento de quase dois meses com antibióticos orais e outros.

E por último o pterígio, que é uma formação carnosa que avança sobre a córnea, geralmente do lado nasal. Esse por sua vez, é causado por poeira, exposição ao sol sem proteção e vento. Esse tipo de dano é comum ser encontrado em trabalhadores rurais.

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Dr. Carlos Aterje
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Glaucoma

Glaucoma

O glaucoma é uma neuropatia do nervo-ótico, o qual é responsável em transmitir as informações da visão para o cérebro. A doença é hereditária e quem tem histórico familiar deve ficar atento. Por isso, quando tiver filhos deve-se leva-los para consultar o profissional oftalmologista regularmente. A doença não possui cura mas pode ser controlada e a pessoa acometida por essa patologia consegue ter uma vida quase que normal. Quem explica é o oftalmologista Dr. Carlos Aterje.

Embora não tenha cura, o glaucoma possui diversas maneiras de tratamento, desde medicamentosas até com alguns tipos de cirurgia. O importante é o diagnóstico precoce da doença e ter comprometimento com o tratamento. Quem tem glaucoma deve se controlar e usar a medicação correta, assim como quem possui pressão alta por exemplo. “A doença se dá por uma escavação no nervo ótico. Se não identificada precocemente o paciente passa a perder a visão periférica. A pessoa acometida pela doença não vê o que está nas laterais e começa a sofrer esbarrões e derrubar coisas que estão ao seu redor, vendo apenas o que está na frente dela. Quando esses sintomas aparecem a doença já evoluiu bastante e o dano é irreversível, mas o tratamento ajuda a evitar que a doença evolua para perda total da visão”.

Embora exista a perda da visão, o glaucoma não possui sintomas que nos permite identificar a doença antes que seja causado esse dano. A única forma de prevenir é consultar o oftalmologista para que ele realize os exames necessários para diagnosticar a doença. “O exame principal para o diagnóstico é o da medida da pressão ocular, chamado tonometria. Quando essa tonometria está alta a pessoa deve tratar imediatamente pois está com glaucoma”.

Existe ainda o glaucoma de baixa pressão, que é o glaucoma crônico simples. Nesses casos realizamos exames para avaliar o campo de visão e outros de acordo com a experiência do profissional oftalmologista. Nos dois casos a doença é tratável e se a pessoa for disciplinada, tomando a medicação corretamente, ela consegue viver muito bem e com uma visão perfeita.

Um outro tipo de glaucoma é o congênito, em que a criança apresentam a doença provocando também o aumento do olho chamado de buftalmo e é necessária a cirurgia imediata. Embora raro, é preciso ficar atento a coloração do olho, nesses casos a córnea fica fosca, como se a criança tivesse catarata. Por isso é de grande importância realizar o teste do olhinho.

Além dessas formas da doença, temos também o glaucoma agudo, em que aparece no adulto. Ele leva uma vida normal e de repente sente uma dor intensa no olho, deixando-o vermelho e com a visão embaçada. Esse tipo pode estar relacionado a vários fatores como catarata e inflamação do olho. Nesses casos o tratamento é cirúrgico e medicamentoso com anti-inflamatórios.

Em todos os casos é importante o acompanhamento com o oftalmologista de confiança a cada 6 meses realizando os dois exames citados. Os resultados devem estar normais. Lembrando que quem tem glaucoma tem que utilizar colírio regularmente e assim como quem tem problema de pressão, o medicamento deve ser utilizado sempre pela manhã e pela noite.

Em casos graves, quando a doença já está avançada e o nervo ótico danificado, pode ser que haja a indicação cirúrgica. “A cirurgia é chamada de trabeculectomia, onde fazemos um pequeno corte na esclera, parte branca do olho. Fazemos, em dizeres simples, um tipo de drenagem do humor aquoso, líquido existente dentro do olho. Assim reduzimos a pressão que causa o dano no nervo ótico. Esse procedimento dura em média 40 minutos para cada olho e a recuperação é rápida. Temos ainda a opção de tratamento com laserterapia onde abrimos o trabeculado e melhoramos o escoamento desse líquido do olho”.

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Cirurgias de Pálpebras e Botox na Oftalmologia

Cirurgias de Pálpebras e Botox na Oftalmologia

Todos nós sofremos com a ação do tempo e cada organismo responde de uma maneira. Nossos olhos também sofrem com o passar dos anos e os componentes que compõe sua estrutura também podem atrapalhar a visão e comprometer a estética do rosto. Provavelmente você já viu ou notou a formação de bolsões na pálpebra inferior, ou pessoas que os olhos ficam quase fechados devido ao crescimento da pálpebra superior. Esse crescimento pode comprometer o campo de visão e a funcionalidade do olho, o deixando mais sensível. Esses problemas podem ser resolvidos de maneira simples e rápido com cirurgia ou aplicação de botox. Quem explica esses procedimentos é o médico oftalmologista Carlos Aterje.

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“Esse é um processo natural do envelhecimento. Com passar dos anos vão se formando as bolsas palpebrais, que nada mais são que a bolsas de gorduras que se acentuam com a flacidez dos tecidos na parte de baixo dos olhos. Não é possível prevenir, pois esse tipo de problema é uma tendência da genética da pessoa e familiares. Nesses casos a única solução é o procedimento cirúrgico, que é rápido e seguro. A cirurgia demora em média 40 minutos em cada pálpebra, e a cicatrização é muito rápida, deixando uma marca imperceptível, pois fica bem próximo aos cílios”.

Já o crescimento das pálpebras superiores resulta em problemas sérios, reduzindo o campo de visão da pessoa. “Nesse caso o excesso de pele, chamado dermatocalaze, reduz o campo de visão, principalmente a visão lateral, causando esbarrões frequentes, sendo esse um problema perigoso para dirigir. Essa situação também é resolvida apenas com a cirurgia plástica feita pelo oftalmologista. Assim como nas pálpebras inferiores, o procedimento é bem seguro. A cirurgia é mais rápida, em torno de 15 minutos cada pálpebra. A recuperação também é mais ágil, deixando uma cicatriz muito discreta. A única contraindicação existente nos dois casos é para quem sofre de hipertireoidismo e possui exoftalmia, que são os olhos saltados para fora, e mesmo quem tem problema de queloide pode ficar tranquilo, pois pálpebras não tem esse tipo de má cicatrização”.

O pós-operatório é bem tranquilo nos dois casos. Em geral dois dias após a cirurgia a pessoa está apta a retomar suas atividades. Recomenda-se o uso de compressa com gelo e o uso de antibióticos. Logo após a cirurgia alguns pacientes ficam com os olhos inchados e roxos, situação que se recupera em uma semana. Ainda, sugere-se sempre evitar situações de contato com poeiras e coçar os olhos.

carlos-aterje2O tratamento geral pode ser ainda associado ao botox. Essa combinação traz um resultado bastante positivo para a pessoa, tanto para recuperar o campo de visão, quanto para alcançar um rejuvenescimento completo da face. “Podemos realizar esse procedimento 15 dias antes ou 15 dias depois da cirurgia. Poucas pessoas sabem, mas o uso do botox na oftalmologia ocorre há muitos anos e é usado tanto para fins estéticos, quanto para correção de estrabismo, espasmos de pálpebras e corrigir manias que as pessoas tem de ficar apertando as pálpebras piscando com força”.

Dr. Carlos Aterje
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Ceratocone e as lentes Esclerais

Ceratocone e as lentes Esclerais

Embora não seja tão conhecido quanto outros problemas da visão como a miopia e o astigmatismo, o ceratocone é uma doença ocular muito comum. Geralmente é descoberta ainda na adolescência e infância. A doença provoca o afinamento da córnea, responsável pela nossa visão. Esse afinamento causa mais dois problemas, o astigmatismo e a miopia. Ainda não foi descoberta uma maneira de prevenir o ceratocone, mas sabemos que as causas dessa doença estão ligadas a genética e pode piorar se a pessoa tiver o hábito de coçar os olhos. Se não tratado corretamente e acompanhado de perto ela pode levar a cegueira. Com o avanço das tecnologias, a pessoa que possui ceratocone tem conseguido superar os problemas da visão por meio das lentes esclerais. Quem explica a doença e as novas lentes é o oftalmologista, Dr. Carlos Aterje.

lente-escleral-no-ceratoconeA principal queixa de quem sofre do ceratocone, é o alto grau de miopia e astigmatismo que ele provoca. A pessoa passa, com o astigmatismo, a enxergar borrado, com visão bastante turva, como uma tv mal sintonizada. Além desse sintoma, ela tem ainda dificuldades definir objetos distantes, sintomas clássicos da miopia. São dois problemas de visão combinados e causados por uma terceira doença. A questão é que com o passar dos anos e hábitos como coçar os olhos, o grau acaba aumentando. Geralmente os óculos só são indicados no estágio inicial, mas a grande maioria tem que utilizar lentes de contato.

“Atualmente nossos pacientes tem optado e gostado muito das lentes esclerais para esse tipo de caso. Essas lentes são maiores que as tradicionais, se adaptam melhor ao formato dos olhos e são feitas justamente para pessoas que antes tinham dificuldade de aceitação a lente tradicional. O diferencial da lente escleral é que ela abrange até a parte branca do olho, melhorando a visão e reduzindo o incomodo. Os óculos limitam o campo de visão, já as lentes oferecem o campo de visão que uma pessoa sem problemas tem. A durabilidade dela é grande, em média dois anos. Além do uso desta lente, nós tomamos uma série de medidas que melhoram a vida do paciente com ceratocone”, explica Dr. Aterje.

O ceratocone é classificado em quatro estágios. Quando o paciente chega ao Centro Oftalmológico Carlos Aterje, ele passa por uma bateria de exames. “O primeiro é onde medimos o grau. Depois fazemos a medida da visão onde notamos que a pessoa não enxerga bem mesmo com os graus oferecidos. Prosseguimos então para a lâmpada de fenda, em que passamos a considerar o ceratocone. Feito isso, ainda há um exame específico que chama topografia de córnea, onde será visto o desenho dela para saber qual o formato. Desta maneira, detectamos o ceratocone quando nota-se que há irregularidades, geralmente a córnea é bicuda em formato de cone”.

Então, nos estágios um e dois, é indicado o uso de lente de contato e acompanhamento ao oftalmologista a cada seis meses para monitorar a evolução do ceratocone, lembrando que ele pode levar a perda da visão. Já no estágio três, podemos fazer uma intervenção com riboflavina, vitamina b2, juntamente com um raio ultravioleta para fortalecer a córnea e evitar que ela entorte com o passar dos anos. Ainda no estágio três é possível fazer outro procedimento cirúrgico, que é o implante do anel intra-estromal, em que abre-se a córnea, fazendo uma remodelagem dela, deixando-a menos curva. Os dois procedimentos duram em média 30 minutos e a recuperação é rápida.

Já no estágio quatro, que é o mais avançado, a única solução é o transplante de córnea. O ideal é que não deixe o problema chegar a esse ponto. Portanto, se há casos de ceratocone na família, o ideal é que as consultas com o oftalmologista comecem ainda na infância e com regularidade de seis em seis meses. Quanto antes iniciado o tratamento melhor será a qualidade de vida da pessoa que sofre desse mal.

Visão e suas complicações

Visão e suas complicações

Descubra quais são os problemas mais comuns da visão, como identificar e o que fazer para voltar a ver o mundo como ele realmente é. O oftalmologista, Carlos Aterje, explica Miopia, hipermetropia, presbiopia, astigmatismo, catarata e ceratocone. Esses são os principais problemas que atingem a nossa visão. Veja como detectar se você tem alguns desses problemas e como corrigi-los.

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A visão é um dos 5 sentidos do corpo humano e um dos mais importantes deles para cumprir nossas tarefas do dia-a-dia. Enxergar é uma necessidade básica e praticamente vital para nossas vidas profissionais e sociais. Por isso devemos cuidar bem dela e ficar atento a toda e qualquer alteração. A equipe da Revista Clínica juntamente com o oftalmologista, Carlos Aterje, listou 6 problemas que mais afligem a visão humana.

Miopia

miopia

A miopia é uma alteração visual que causa a focalização da imagem antes que ela chegue à retina. Uma pessoa com esse distúrbio consegue ver objetos próximos com nitidez, mas os distantes são visualizados com dificuldade e muitas vezes sem definição alguma, como se estivessem embaçados. Geralmente há a dificuldade para estudar, enxergar letras em um quadro da sala de aula, dirigir e de reconhecer rostos de pessoas na rua.
“Explicando de maneira simples, a maior causa da miopia é o olho ser grande e a imagem não chega à retina. A Retina é onde o fundo do olho revela a imagem que estamos vendo. Essa é uma deficiência visual muito corriqueira em que a pessoa enxerga bem de perto, mas de longe não há nitidez na imagem”, esclarece o
Dr. Carlos Aterje.
“Esse distúrbio é muito comum nas pessoas, não há como determinar se você está pré-disposto a se tornar míope, mas o fator genético influência. Se há casos na família, provavelmente os filhos podem manifestar miopia”, afirma Carlos Aterje.
Dr. Carlos explica que esse caso é de fácil correção, o oftalmologista já encontrou casos que vão de 0,25% graus até 30 graus, que é o que chamam de alta miopia. “O mais comum é o grau baixo, 0,5 até 1,0 grau. Quando a pessoa tem dificuldade de dirigir a noite, ver o que está escrito nos quadros da escola ou faculdade. Já casos de alta miopia como 30 graus, a pessoa praticamente não consegue se ver no espelho, para ver a própria mão é preciso aproximar muito do rosto. Geralmente esse distúrbio é corrigido apenas com lente corretiva”.
Além da lente corretiva, a miopia pode ser corrigida com cirurgia a lazer na córnea. Porém o procedimento cirúrgico é indicado para míopes que possuem mais de 8 graus do distúrbio. “A cirurgia tem grande possibilidade de sucesso, podendo eliminar os óculos e as lentes. Essa intervenção é indicada para Miopia, Astigmatismo e Hipermetropia”, orienta o Oftalmologista.

Hipermetropia

É quando há um erro para focalizar a imagem no olho, fazendo com que o objeto visualizado seja formado após a retina. Isso ocorre quando o olho é um pouco menor do que o normal. Geralmente o Hipermétrope tem boa visão ao longe, já para perto, a pessoa não consegue focalizar a imagem e sente desconforto visual, geralmente referido como cansaço, ou dor de cabeça.
“A hipermetropia é justamente o contrário da miopia. Neste caso a pessoa tem dificuldade de enxergar de perto. Mas quando o grau é alto, a pessoa tem dificuldade para visualizar tanto de perto quanto de longe. O formato do olho é menor que o normal e apenas uma lente corretiva resolve o problema, ajudando no processamento correto dessa imagem. Os óculos ou as lentes tem que ser usados sempre”.

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Presbiopia

É conhecida na sociedade como “vista cansada”. A presbiopia surge em decorrência do envelhecimento, que causa o enrijecimento dos músculos ciliares, geralmente após os 40 anos de idade. Pacientes com quadros de Hipermetropia ou Diabetes tendem a apresentar a presbiopia mais cedo, por volta dos 35 anos.
“A presbiopia é conhecida popularmente, como o problema do braço curto. Por exemplo, a pessoa passa a ter dificuldade para ver de perto e começa a empurrar o livro para ler. Essa é um problema normal do ser humano como o passar dos anos. A principal dificuldade desse distúrbio é a visualização de objetos próximos. Para esse problema ainda não há uma cirurgia recomendável, e sua correção é feita apenas com lentes multifocais. Há casos de cirurgias de catarata que, com a implantação da lente, eliminasse o grau. Mas só para casos de presbiopia com catarata”, explica o Oftalmologista.

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