Diabete

Adeus Obesidade

Adeus Obesidade

Conheça a cirurgia que tem reduzido os casos de hipertensão, diabetes tipo dois, impotência sexual, emagrecido e recuperado autoestima de centenas de brasileiros. A cirurgia bariátrica por vídeo, chamada de Bypass gástrico, é a evolução da cirurgia aberta e tem obtido resultados excelentes com baixos riscos. Esse avanço da medicina está tirando centenas de brasileiros da lista negra da obesidade, que é uma das principais causadoras de mortes em todo o mundo, além de ser uma das causadoras de outras patologias como diabetes e pressão alta. Segundo o Ministério da Saúde o número de obesos tem aumentado em larga escala. Em 2001, 808 mortes tiveram a doença como uma das causas. Em 2011, último dado disponível, o número passou para 2.390, crescimento de 196%.

Em Poços de Caldas essa nova técnica já está disponível e centenas de pacientes comemoram a recuperação da saúde. O doutor Paulo Sérgio Hansen Martins e o doutor Daniel Marcus Gonzaga Quites, ambos Membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, já realizaram mais de 300 cirurgias bariátricas por vídeo, número que só tende a crescer.
No Sul de Minas os dois médicos são os cirurgiões com maior experiência e número de casos de cirurgia bariátrica videolaparoscopica. “É uma modalidade que permite o mínimo de agressão. Nós fazemos apenas 6 furinhos com menos de um centímetro na barriga do paciente e a recuperação é rápida. Cerca de 15 dias após a intervenção o paciente reestabelece as atividades laborais e o tempo de cirúrgico é de 40 minutos” explica Dr. Paulo Sérgio Hansen Martins.

“É uma técnica que chegou para ficar. Na modalidade aberta era preciso um corte de 12 a 15 centímetros na barriga do paciente, um trauma maior que aumentava o risco de complicações e era preciso mais tempo de internação e a recuperação. Enquanto no procedimento por vídeo em 15 dias o paciente está liberado, na aberta são necessários 60 dias para retornar ao trabalho” compara Daniel Marcus Gonzaga Quites.

“O método utilizado é o cirúrgico, em que são feitas duas intervenções no organismo da pessoa. A primeira mudança é no estômago, reduzindo o tamanho que é o que provoca a sensação de saciedade ao comer pequenas quantidades. Quando é feita essa mudança, o próprio organismo da pessoa libera hormônios que dão essa saciedade. A segunda alteração é no intestino, que reduz a absorção de nutrientes em exagero, muito comum em pacientes obesos. Tanto que é comum eles fazerem o comparativo dizendo que comem o mesmo tanto que outras pessoas, porém engordam mais. Essa técnica permite uma redução de 40% a 45% no peso do paciente”.

“Outros benefícios que a técnica traz, está na possibilidade da pessoa se ver livre da diabetes tipo dois, hipertensão, problemas ortopédicos e muitos outros. Temos relatos de pessoas que após o procedimento apresentaram exames de sangue super equilibrados, dentro do quadro ideal, ficando livre do uso de medicamentos para diabetes e hipertensão. Esses pacientes voltam a fazer atividades físicas, que já não praticavam a anos, começam a namorar. Tudo isso por terem recuperado também a autoestima”.

A intervenção cirúrgica é indicada para pessoas que tem o índice de massa corpórea, IMC, acima de 40 ou para pessoas que tem o IMC acima de 35 com outras doenças associadas, como diabetes, alterações pulmonares, alterações ortopédicas, hipertensão e até impotênciasexual. Ela pode ser feita em pacientes com idade entre 16 e 65 anos, lembrando que menores de idade devem ter autorização de responsável legal.

danielDr. Daniel Marcus Gonzaga Quites
CRM-MG 42854
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia
Bariátrica e Metabólica
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Cirurgia do Aparelho Digestório e Bariátrica
Vídeolaparoscopicas

pauloDr. Paulo Sérgio Hansen Martins
CRM-MG 56435
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia
Bariátrica e Metabólica
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Cirurgia do Aparelho Digestório e Bariátrica
Vídeolaparoscopicas

O que é Pé Diabético

O que é Pé Diabético

O pé diabético, como o próprio nome sugere, ocorre em pessoas que sofrem da doença diabete. “Ele ocorre geralmente com a falta de cuidado com o tratamento da diabetes, que exige um tratamento delicado, dedicado e cheio de abdicações alimentares. Sem os cuidados com o tratamento, a diabete vai minando e diminuindo as resistências vasculares dos membros inferiores contra a entrada de bactérias. Desta forma, uma pequena lesão ou ferida, é suficiente para desencadear um mal perfurante plantar ou uma outra doença própria do pé diabético”.

“Pessoas que possuem diabetes devem ficar atentas ao sistema circulatório. O Ideal é consultar um cirurgião vascular a cada seis meses para verificar a sensibilidade dos pés e a circulação dos vasos”, alerta Richardson Fontella, Cirurgião Vascular.

Diabete
Diabete

Quem possui diabetes e realiza o tratamento deve ficar atento a sintomas simples e procurar um especialista. “O primeiro sintoma é a perda de sensibilidade tátil, lentamente a pessoa vai perdendo o tato dos pés. Com a evolução da doença o paciente perde ainda a sensibilidade dolorosa”, esclarece Richardson.

Sem o tato ou a capacidade de sentir dores nos pés, a pessoa que possui diabetes corre o risco de se ferir e não perceber o machucado. Como o pé diabético provoca também a falta de resistência contra bactérias, a pequena ferida evolui rapidamente sem que o paciente note. “Essa é uma situação bem comum. Quando à pessoa se coloca a par da doença a ferida já esta grave e essa lesão já atingiu até a parte óssea”, conta o cirurgião vascular.

Quando a ferida é notada rapidamente e há circulação nas extremidades, a recuperação é feita com medidas simples. Curativos, higiene no local afetado e repouso. De qualquer forma, é preciso consultar um Cirurgião vascular para avaliar a vascularização da área.

Porém a pessoa que possuí diabetes deve ter em mente que a cicatrização, de quem tem a doença, é próxima do normal quando há circulação, no entanto mais lenta. Devido a essas circunstâncias é preciso cuidado com qualquer tipo de ferida. “O paciente que sofre do pé diabético, que ainda possui circulação na área afetada, tende a se recuperar desse machucado como uma pessoa normal. O risco está na falta de sensibilidade dolorosa, sem sentir dor a pessoa esquece que deve fazer repouso e essa recuperação não acontece”, explica Fontella.

Dr. Richardson Fontella - Especialista em cirurgia vascular pela SBACV
Dr. Richardson Fontella – Especialista em cirurgia vascular pela SBACV

“Em casos extremos da doença, seguida de trombose arterial, quando a circulação não chega às extremidades, os riscos aumentam gerando internação e até uma efetiva amputação”, alerta Richardson.

Porém, se todos que sofrem do pé diabético adotarem medidas preventivas, a pessoa pode chegar a ter uma vida bem próxima do normal. “Uma vez diagnosticado o pé diabético, o paciente deve recorrer a um especialista anualmente para realizar testes de sensibilidade tátil. Se existir a falta de sensibilidade, existem algumas medidas medicamentosas que ajudam muito. Como complexo B e até neuromoderadores. Nesse momento é preciso também cuidado com os pés, como higiene e ficar atento a micoses. O paciente deve passar ainda a utilizar calçados confortáveis e que protejam os pés. Assim é possível ter uma vida bem próxima do normal”, orienta Richardson Fontella, cirurgião vascular.