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Conheça a Técnica de Combate às Estrias

Conheça a Técnica de Combate às Estrias

A Dra. Evelin Teixeira de Carvalho Traz com Exclusividade Para Poços de Caldas e Região.

* O que são Estrias?
As estrias são alterações estéticas da superfície cutânea, não nocivas, originadas pela ruptura de fibras elásticas da pele, de aspecto linear ou sinuosa, de um ou mais milímetros de largura, a princípio avermelhadas , depois abrilhantadas ou nacaradas. Raras ou numerosas, dispõem-se paralelamente umas as outras e perpendicularmente às linhas de fenda da pele, indicando um desequilíbrio elástico localizado, caracterizando, portanto, uma lesão da pele. Apresentam um caráter de bilateralidade, ou seja, existe uma tendência de a estria distribuir-se em ambos os lados, simetricamente.

* Por que surgem as Estrias?
As estrias têm alguns fatores desencadeantes. O principal deles é o fator mecânico, onde é provocado um estiramento repentino da pele. Outro motivo de seu aparecimento está nos distúrbios endócrinos, onde o uso excessivo de hormônios esteróides, glicocorticóides e corticoterapia são os principais causadores.

* Incidência:
Ocorre em maior número no sexo feminino (75%), e localizam-se principalmente na face lateral das coxas, mamas, nádegas, flancos e abdômen, enquanto que no sexo masculino são mais encontradas em ombros, abdômen e costas.

* Como são classificadas?
Estrias rosadas, rubras ou violáceas: são as estrias recentes, com aspecto linear ou sinuoso e coloração avermelhada.
Estrias nacaradas, brancas, foscas: são as estrias tardias, que apresentam uma diminuição acentuada da espessura da pele. Sua coloração é branco-acinzentada.

* O que é a TÉCNICA STRIORT®?
STRIORT® é uma técnica ortomolecular de combate às estrias. É uma inovação absoluta com resultados incríveis e nunca antes vistos, pois promete melhorar a aparência das estrias brancas em até 80% já na primeira sessão. É um método não invasivo e não cirúrgico. A técnica não utiliza agulhas, e sim um aparelho a vácuo aliado a potentes cosmecêuticos de alta tecnologia. O STRIORT® foi desenvolvido e patenteado pela Fisioterapeuta Dra. Ana Carolina Almeida que desenvolve a técnica desde 2008, juntamente com a Bothanica Mineral®.

* Principal vantagem do STRIORT®:
A principal vantagem da técnica é possuir tecnologia não invasiva e não cirúrgica, que estimula a produção de células jovens e novo colágeno.

* Principais indicações:
O STRIORT® é indicado principalmente pra pessoas que possuem estrias brancas.

* Contra indicações:
A técnica tem algumas contra indicações absolutas, entre elas estão as gestantes, lactantes, portadores de marcapasso cardíaco, diabetes, doenças descompensadas, entre outras. É necessária a avaliação prévia antes de dar início a realização da técnica.

Dra. Evelin Teixeira de CarvalhoDra. Evelin Teixeira de Carvalho

CREFITO 4: 137558F
– Fisioterapeuta Graduada pela PUC Minas (2009) – MG
– Pós Graduada em Fisioterapia Dermato Funcional pela Universidade de Ribeirão Preto UNAERP (2010) – SP
– Credenciada na Técnica Magic Touch Detox® desde Agosto/2015.
– Credenciada Exclusiva em Poços de Caldas e Região na Técnica Striort® desde Maio/ 2016.
– Ampla Experiência em Tratamentos Estéticos Faciais e Corporais.

Dra. Nilza Hideko Irie Arashiro
Diretor responsável técnico
CRM 12340

Frio e os Problemas Vasculares

Frio e os Problemas Vasculares

A patologia mais frequente pela queda de temperatura, principalmente durante o inverno, é conhecida como fenômeno de Raynaud. Essa condição clínica foi relatada pela primeira vez por Maurice Raynoud, médico francês (1834-1881).

Esse fenômeno é caracterizado por se manifestar por cianose, que é quando há uma coloração violácea das extremidades do corpo, causada pela diminuição da oxigenação nos pequenos vasos sanguíneos. Geralmente o paciente procura um especialista quando percebe sintomas como dores e palidez nas pontas dos dedos.

Raynoud acreditava que o fenômeno era causado por um exacerbamento da atividade da intervenção simpática. Porém recentemente, com métodos de diagnósticos precisos, a mensuração de atividades do nervo mediano era similar em pessoas normais e nas que sofriam desse mal. Atualmente, acredita-se que a causa seja uma ruptura da resposta termo regulatória dos vasos sanguíneos da pele e liberação anormal de moléculas vasoconstrictoras, como exemplo a endotelina.

A doença é mais frequente em mulheres jovens expostas ao frio e algumas vezes com problemas emocionais como estresse. Outros fatores também podem desencadear o fenômeno de Raynoud, é o uso de ferramentas vibratórias, marretas e outras que geram impacto. Além disso, o uso de medicamentos antialérgicos, efedrina, indicado para a perder peso (proibido no Brasil desde 2003) e epinefrina, usado em casos de asma, podem acarretar essa doença. Problemas como lesão nos nervos periféricos como as causadas pela síndrome do túnel do carpo, também facilitam o surgimento do fenômeno de Raynoud. Ademais, vale ressaltar que quem sofre de doenças metabólicas como hipotireoidismo estão mais suscetíveis a essa patologia.

O tratamento do fenômeno de Raynoud pode ser medicamentosa ou não, tudo vai depender do quadro em que o paciente está e da queixa que ele tem. A não medicamentosa consiste em orienta-lo sobre as causas que geram aquela situação. Sugerimos que ele evite o frio, que é a melhor maneira de prevenção de ataques agudos da doença. Aquecimento do organismo como roupas adequadas como meias, luvas e chapéus.

Quando o quadro é de dor aguda utilizamos a intervenção medicamentosa como vasodilatadores, como os bloqueadores de canal de cálcio como nifedipina, diltiazem ou anlodipina. Vale lembrar que esses medicamentos têm contraindicações e se prescrito para jovens podem desencadear hipotensão e eritrose, que causa vermelhidão no rosto. Uma gama de outros remédios que pode ser ministrada como cilostazol, sildenafil e fluoxetina. Porém esses métodos medicamentosos são destinados apenas a casos graves que não tem resposta com o início das medidas protetoras e se não tratados podem levar a gangrena ou ulcerações.

dr-richardson-fontellaDr. Richardson Fontella
CRM: 15451-MG

Especialista em cirurgia vascular pela SBACV

Doenças do aparelho circulatório
Cirurgias vasculares
Úlceras de pernas
Varizes
Pé diabético
Utrassonografia vascular

Andropausa existe?

Andropausa  existe?

A menopausa, caracterizada pela irreversível parada da ovulação na mulher, marca o fim do período fértil feminino. O análogo, ou seja, a parada da produção de espermatozóides no homem não existe. Na realidade, existem relatos de homens na nona década que conseguem reproduzir. No entanto, o homem experimenta um declínio gradual de suas funções hormonais, sobretudo na diminuição do hormônio sexual circulante e na produção de espermatozóides.

A andropausa, ou seja, a deficiência de testosterona, leva a sérias alterações de saúde. Os sinais e os sintomas variam e dependem da etapa de vida do indivíduo. Sintomas da andropausa no homem adulto.

Algumas doenças e o próprio envelhecimento, mimetizam os sinais da andropausa, podendo iniciar após os 45 anos de idade. A deficiência de testosterona se manifesta clinicamente por múltiplos sintomas, desde os sexuais até os menos específicos, que se refletem na queda do desempenho físico e mental e em problemas neuropsiquiátricos (como depressão, ansiedade, irritabilidade e dificuldade de concentração). Os sintomas não específicos da andropausa, raramente são reconhecidos como decorrentes de deficiência androgênica, sendo, assim, atribuídos ao estresse causado pelo trabalho ou a dificuldades do cotidiano.

Eventualmente, alguns homens com deficiência de androgênios apresentam sintomas não específicos da andropausa, como ondas de calor, suores e sensação de frio e palpitações. Tais sintomas prejudicam a vida sexual, provocando a redução do desejo (libido) e da capacidade de ereção. Entre tantos sinais e sintomas da andropausa, um dos maiores é a ausência de ereções espontâneas pela manhã. Como a produção de espermatozoides é controlada pela testosterona, a infertilidade também pode ser um dos sinais e sintomas da andropausa.

Conforme o grau de deficiência da testosterona, pode haver também variação dos sinais e sintomas da andropausa, como mudanças do padrão masculino de pelos (crescimento reduzido da barba e diminuição de pelos). Entre outros sinais e sintomas, pode-se citar a perda de massa muscular, o que induz à redução da força muscular e à tendência de aumento da distribuição de gordura, com acúmulo no abdômen.

Se os sinais e sintomas da andropausa não forem tratados, pode haver agravamento do quadro, como osteopenia, que em alguns casos evolui para osteoporose (diminuição da densidade mineral óssea), levando ao aumento do risco de fraturas. Esse fato pode agravar-se com a redução concomitante da massa muscular. O cuidado deve ser maior entre os homens que apresentam outros fatores de risco de osteoporose.

Outro fator que deve ser levado em consideração, é que a testosterona estimula a produção de glóbulos vermelhos (hemácias), portanto, a anemia pode, em alguns homens, ser um dos sintomas de andropausa. Nem todos os homens com deficiência de testosterona apresentam, ao mesmo tempo, os sinais e sintomas de andropausa citados. O quadro normalmente evolui de maneira lenta e progressiva e se acentua de acordo com o grau de deficiência e com o tempo de permanência dos baixos níveis de androgênios.

Tratamento

Reposição Hormonal
A reposição hormonal em nada se compara ao uso abusivo de testosterona por jovens em academias esportivas espalhados pelo país. Esta é uma forma criminosa do uso indevido do hormônio para fins puramente anabolizantes. São jovens que estão a procura do aumento da massa muscular para fins competitivos ou até mesmo, por narcisismo e acabam tomando doses muito acima dos níveis fisiológicos. Este mau uso pode levar a sequelas graves como infertilidade e eventos cardiovasculares e que muitas vezes, podem ser irreversíveis.

Outro fator bastante controverso e debatido, é a possível associação entre reposição de testosterona e câncer de próstata. A administração de testosterona em homens com andropausa não causa câncer de próstata e já existem várias pesquisas clínicas que comprovam este fato. No entanto, caso o homem seja portador de um tumor maligno da próstata, mesmo que incipiente, este poderá progredir às custas da reposição. Sempre que seja iniciada a terapia com hormônio masculino, deverá ser investigada sobre a possibilidade ou não da presença de câncer de próstata. Isto deve ser feito com a dosagem sanguínea de antígeno prostático específico (PSA), toque retal e, em alguns casos, biópsia de próstata. Depois de afastado qualquer chance de ter câncer de próstata é que deve ser iniciado a terapia de reposição.

A reposição poderá ser feita de três maneiras: oral, transdérmico (pela pele) através de adesivos ou géis e intramuscular. A forma oral, através de comprimidos não apresenta resultados satisfatórios, pois a concentração no sangue, do hormônio fica aquém do desejado e pode provocar toxidade para o fígado. Já, o sistema transdérmico apresenta resultados eficazes. A injeção intramuscular também apresenta resultados eficazes. Existem apresentações que são de uso quinzenal ou trimestral, sendo que esta última mantêm os níveis hormonais mais estáveis.
Os efeitos colaterais mais frequentemente observados incluem: acne, aumento do número de células vermelhas no sangue (policitemia), alterações dos lípides sanguíneos, emocionais e do humor. Por esta razão, a reposição deve sempre ser realizada e monitorada por um médico especialista.

Conclusão
No homem idoso ocorre uma diminuição da função testicular que ocasiona um decréscimo da testosterona livre circulante. A falência testicular, semelhante ao que ocorre com o ovário, e a tão falada “andropausa” não existe. Os sintomas decorrentes da queda de andrógenos do idoso como, fadiga (física e mental), perda de energia, queda de cabelo, perda de massa muscular, depressão e diminuição da libido, constituem uma síndrome que preferimos denominar de “deficiência androgênica do envelhecimento masculino” (DAEM). Considerando os efeitos colaterais potencialmente severos, além da ausência de um estudo cientificamente válido, comparando riscos e benefícios, a reposição hormonal não deve ser adotada como terapia preventiva em todo homem idoso. Alguns casos selecionados com sintomas clínicos e laboratoriais de DAEM serão beneficiados com a reposição de testosterona.

Dr. MarcioDr. Marcio Gonçalves de Souza

Membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia
Membro da “American Urological Association”
Membro da “Confederación Americana de Urología”

Tratamento de:

Cálculos do aparelho urinário
Disfunções sexuais masculinas (impotência sexual, ejaculação precoce)
Doenças dos rins, bexiga e próstata
Incontinência urinária masculina e feminina
Doenças dos órgãos genitais masculinos
Realização de exames:
Ultrassonografia dos rins, bexiga e próstata
Cistoscopia
Ureteroscopia
Estudo urodinâmico
Biópsia de próstata com analgesia

Sexo, Não Começa Em Cima Da Cama

Sexo, Não Começa Em Cima Da Cama

Grande parte dos casais deixa para iniciar o sexo em cima da cama. A maioria em dias previamente estipulados da semana, nos mesmos lugares, nas mesmas horas, e a rotina toma conta. Consequências disto? Menor possibilidade de excitação e consequente menor possibilidade de orgasmos. Qualquer atividade rotineira na vida tende, com o tempo, a diminuir o estímulo que gerava previamente. Com o sexo é exatamente igual.

É muito comum casais fazerem sexo no final da noite, após inúmeras atividades realizadas durante o dia, quando já se trabalhou o dia inteiro, algumas mulheres tiveram aulas, outras cuidaram da casa, dos filhos e de inúmeras atividades. Começar uma atividade sexual quando já se está cansada, desejando dormir, impede a excitação e, consequentemente, o orgasmo.

Jogar o sexo para uma das últimas atividades do dia é desejar ficar longe do prazer que poderia ser alcançado, além de ficar longe de orgasmos. É desejável que o sexo não tenha hora para acontecer, nem dia marcado. O alcance de um ou mais orgasmos fica limitado se pensarmos nele somente quando deitarmos na cama, e mais que isso, se focarmos diretamente nos genitais e esquecermos um corpo inteiro de possibilidades.

Um tratamento adequado à mulher, uma surpresa que lhe seja agradável, sensações positivas durante o dia, facilitam os momentos de intimidade. Procurem manter hábitos saudáveis e que façam bem a vocês. Eliminem qualquer Disfunção Sexual (problemas que dificultam o sexo), pois se elas estiverem presentes, limitam o desfrute do sexo pleno. Problemas no sexo se resolvem com terapia em sexualidade.

Na hora do sexo busquem pensar menos e sentir mais. Não façam da penetração uma regra, utilizem a penetração como uma possibilidade, entre tantas outras. Deleitem-se no prazer. O orgasmo vem após excitação intensa e é um presente que damos a nós mesmos. Se não estivermos bem não consigueremos nos entregar, não relaxaremos e a todo momento, qualquer forma de estimulação ficará comprometida.

Para ter uma excitação alta e orgasmos intensos não é necessário ter um corpo dito como perfeito, daqueles que são vendidos na mídia com medidas padronizadas. Aliás, quem se preocupa muito com medidas padronizadas deixa de lado questões fundamentais.

Orgasmo é um estado de excitação alta e posteriormente um momento de relaxamento. Isto não depende de quantos anos você tem. Ensinam erroneamente que mulheres tem excitação mais lenta, o que não é verdade. Isto ocorre porque os estímulos não são adequados. Os três maiores pontos de estimulação genital feminina não são tocados com a penetração do pênis. Para estimulá-los é necessário outras métodos.

Mulheres, não se preocupem em cuidar durante o sexo para ficar em posições que escondam celulite, estrias, ou a barriga que aparece. Homens em geral, não se atentam a estes detalhes, é necessário que se toque todo o corpo feminino. Os próprios homens não são focados em uma celulite ou duas, independente da posição em que a mulher estiver. Eles preferem vê-la curtindo. Esta despreocupação além de fazer a mulher relaxar, estará dando espaço ao prazer, à excitação e a orgasmos.

Se relaxarmos, nos entregarmos ao momento, sobretudo, desfrutarmos do nosso próprio corpo e do parceiro, qualquer forma de sexo que faça bem aos dois, e que seja significado de saúde, é sempre bem- vinda!
Sexo não se limita a dois orgãos genitais, sexo é o corpo inteiro!

Leda C. SampaioLeda C. Sampaio
Sexóloga e psicóloga | CRP 21529/4

>> Formação: Universidade Celso Lisboa – Bacharel em Psicologia -1992 – RJ
>> Título de Especialista em Psicologia da Saúde pela Univalli – Universidade do Vale do Itajaí – Itajaí – SC
>> USP – Prosex- Programa de Sexualidade do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina Coordenação Dra. Carmita Abdo – Título de Especialista em Sexualidade Humana
>> Atualização e Aperfeiçoamento em Terapia Sexual Sistêmica – Dra. Tereza Arcellonni – Escola de Milão – Itália
>> Atualização e Aperfeiçoamento em Terapia Sexual – Dra. Carmita Abdo- Espaço Saúde Sexual – SP

Dificuldades na Amamentação?

Dificuldades na Amamentação?

Aprenda, com profissionais!

Todos nós sabemos do benefício da amamentação materna, tanto para a mãe quanto para o bebê, sendo também uma incrível maneira de construir intimidade e vínculo entre eles. Além do leite materno possuir todos os nutrientes que o bebê precisa para se desenvolver, os estudos demonstram que possui anticorpos que protegem a criança contra infecções, reduz o risco de doenças como diabetes e leucemia e diminui a tendência a problemas alérgicos, como dermatites e asma.

Para a mãe, auxilia na perda de peso, reduz o risco de depressão pós-parto, câncer de mama e de ovário, além da conveniência de oferecer ao bebê um alimento pronto, na temperatura certa e com altíssima qualidade.

Mas amamentar nem sempre é uma tarefa simples, as mulheres, em geral, preparam-se para o parto e acreditam que a amamentação seja automática por ser biologicamente determinada. Porém em muitos casos, não é o que acontece, surgindo então as dificuldades, contribuindo para o desmame precoce e consequentemente, para a introdução de leite artificial.

Diante às dificuldades, que são muitas – ingurgitamento mamário, fissuras, traumas mamilares, mastite, galactocele, baixo ganho de peso do recém-nascido, entre outras – há muitas pessoas que se prontificam a ajudar (com as melhores das intenções). Entretanto, sem conhecimento teórico e prático para isso, indicam leites, bicos, mamadeiras, compressas de forma inadequada, acarretando em mais problemas, piora do quadro instalado, desespero, tristeza, frustração, choro e desistência.

Todas as mães sabem da importância do apoio nesse momento para seguir em frente. Seja o apoio do companheiro, da mãe, dos amigos, da família, e porque não de um profissional especializado?

O consultor em amamentação é um profissional capacitado no auxílio, incentivo, apoio e manejo da amamentação, e atua no sentido de eliminar as dificuldades e problemas, favorecendo a continuidade do aleitamento. Este serviço trata-se de um acompanhamento especializado, obtido através de cursos, práticas, estudos e atualizações constantes, e pode ajudar a mãe e o bebê no início da amamentação, no seu estabelecimento, no retorno da mãe ao trabalho e também na decisão do desmame. Além disso, também auxilia bebês prematuros ou com alguma patologia instalada, bem como as mães adotivas que desejam amamentar seu filho, buscando um elo para a vida toda.

Ainda que a consultoria haja custo, o benefício deve ser pesado na balança. Por exemplo, ao decidir abandonar o aleitamento e iniciar a utilização de fórmulas artificiais, uma família gastará em média R$ 2.000,00 nos primeiros seis meses de vida do bebê, sem contar os bicos e os produtos disponíveis no mercado. No primeiro ano de vida, esse custo poderá ultrapassar R$ 4.000,00. A mãe que amamenta não terá esses gastos, e com orientação adequada para alimentação complementar saudável e manutenção do aleitamento até 2 anos ou mais, novamente haverá custos zero com leites, sendo que esse valor poderá ser revertido em melhor alimentação materna e incremento na alimentação saudável do bebê após os 6 meses.

As consultorias acontecem no domicílio da mulher, auxiliando a mãe e a família no estabelecimento da nova rotina com o recém-nascido. Para isso, há quatro tipos de planos para que a nova mãe possa se beneficiar, desde o mais simples, que consiste no auxílio quando a dificuldade já está instalada, ou planos mais completos que trabalham desde a prevenção durante o pré-natal, até o retorno ao trabalho ou futuramente, no desmame do bebê. Há também planos que, além do auxílio à amamentação, englobam o cuidado com o recém-nascido (banho, cuidado com o coto umbilical, etc.).

A amamentação ainda é carregada de muitos mitos, fazendo com que as mulheres acreditem não serem capazes de nutrir adequadamente seu filho. Por isso, procure ajuda, não fique sozinha, sofrendo ou isolada. Busque, pergunte, tire suas dúvidas, deixe-se cuidar e aprenda o manejo e as técnicas para superar as dificuldades. Seu bebê e sua família agradecem!

maria-doriseMaria Dorise Simão Lopes Gurgel

Graduação em Enfermagem
Pós-graduação em Saúde da Família
Pós-graduação em Saúde Pública
Mestrado em Ciências da Saúde
Consultora em Aleitamento Materno
Doula – Parto e Pós-parto
Enfermeira da Rede Municipal de Saúde
Docente da Faculdade Pitágoras, campus Poços de Caldas
Moderadora do Círculo Materno – Poços de Caldas

mariadorise@yahoo.com.br

(35) 99986-5217